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segunda-feira, junho 2

Quando o corpo pede uma pausa...

Quinta feira eu estava toda empolgada esperando a sexta e o final de semana começar, tinha muitas coisas para fazer e festinha infantil (novamente) para ir. Nada muito diferente dos outros finais de semana... Afinal a vida anda bem agitada, e desde o final do ano passado (leia-se outubro) não lembro de um final de semana realmente sem compromisso nenhum, ou curtindo a minha casa.

Na sexta feira acordei com uma leve dor de cabeça, coisa pouca, tomei um remedinho e pensei que logo ria passar, só pensei... Um pouquinho antes do meio dia a dor piora, e a partir dali até o domingo à noite dor intensa mesclada com pequenos alívios. Uma enxaqueca de três dias veio me visitar.

Vou dizer que a parte ruim disto tudo certamente é a dor, mas isto me fez parar um pouquinho e ver que era meu corpo pedindo uma pausa, precisava descansar. Como o tempo no final de semana estava horrível feio decidi que não iria na festinha e ficaria em casa, nem lembrei a Maria da festinha, sai no sábado a tardinha só para ir na minha irmã (que fazia tempos que não ia) e conhecer a nova integrante da família, a Pitty, uma calopsita fofíssima e depois aproveitei para descaçar muito, fazia tempo que não dormia tanto.

Passei o final de semana lembrando que minha amiga na semana passada falou que devemos parar um pouco e as vezes dizer não ou simplesmente não ir em alguns eventos pois precisamos dar uma pausa. E outro dia outra amiga minha disse que a pausa vem por bem ou por mal. Desta vez veio por mal, mas serviu de lição, o corpo pede um pouco mais de calma, e alma... Ah lembrei de tantas coisas... Lembrei também da postagem da Elza do blog Casa, Cantinho e Coisinhas em que a sua psicóloga lhe disse que devemos fazer coisas porque queremos fazer, não que devemos fazer. Entrei em um momento assim...

Bom como viram foi um final de semana de muitos pensamentos.

Ah mas hoje já estou melhor!!! Com a corda toda, mas prometi para mim mesma que vou na paz... rsrsrs


Boa semana!

segunda-feira, março 17

Sobre a Colula...

Hoje vou falar de um tema importante, acredito que muitas mães/pais também tem passado ou já passaram por isto: os amigos imaginários.

A Maria desde os seus dois anos e meio já apresentava alguns amiguinhos, mas nada de mais, aparecia e em horas já ia embora, nem levava muito a sério, mas a Colula veio para ficar espero que por pouco tempo. É uma coruja, que passa o dia lá em casa tipo animal de estimação, ela apareceu na semana passada e adora ficar no braço ou no ombro da Maria, ah, volta e meia ela, a Colula, quer olhar a Peppa Pig, sim até vontades a bendita tem. Ah ela também gosta de comer "porcarias" (doces em geral) mas a Maria explica que a mamãe não deixa, só final de semana, rsrsrsrs.

No sábado a Maria acordou a primeira vez às 6:30hrs e fiz ela voltar e dormir, depois acordou novamente às 08:30 e disse que não podia dormir mais pois a Colula não deixava queria ficar sentada no braço dela. E assim ela ficou sentada no sofá com o bracinho estendido e a coruja lá. Depois de uns 15 min a coruja resolveu sentar no sofá. 

Andei lendo muito sobre o assunto, e todos os sites e livros que pesquisei disseram para os pais não se preocuparem, que é normal dos 3 aos 7 anos e que faz parte do desenvolvimento, além de estimular a criatividade, os amigos imaginários podem ser representados principalmente por crianças ou animais (que é o nosso caso) na maioria das vezes eles tem nome e fazem parte das tarefas diárias das crianças. 

O que me chamou a atenção que na maior parte das vezes o surgimento destes amigos imaginários se dá após algum período "traumático" como a gravidez da mãe, o nascimento do irmãozinho, priminho, separação dos pais ou a morte de um ente querido. Bom lá em casa não aconteceu nada disto, deve ser muita criatividade naquela cabecinha, kkkk.

Eu e o marido resolvemos entrar na dança e acolher a Calula, claro nada de alimentar muito as esperanças dela, mas se ela fala ou conta algo da coruja agimos como se ela estivesse lá mesmo, o que deixa a Maria bem feliz, volta e meia ela esquece da amiga, mas do nada ela reaparece! rsrsrs

Minha mãe disse que eu tive alguns amigos, pelo que sei também não passei por nenhum momento traumático apenas imaginava muitas coisas como a Maria, fantasiava, criava personagens. Não lembro de nenhum mas lembro que minha falecida avó sempre contava que eu brincava com alguns.

E as mamães, papais, tias e tios de plantão já passaram por esta fase? Como encararam os amigos imaginários? Vocês já tiveram algum?

Imagem daqui
Boa semana para todos!

sexta-feira, fevereiro 14

Marido de sorte

Hoje (em meio a uma TPM) estava eu pensando que meu marido tem muita sorte em ser casado comigo. Imagina que ele tem quatro tipos de mulher em uma e nem precisa trocar de mulher para isto.

Deixa eu explicar melhor, em um único mês consigo ser uma mulher com quatro personalidades diferentes(ou mais depende o ponto de vista), depende em que fase está o ciclo menstrual! Magnifico né!

A primeira é a romântica, aquela apaixonada, carinhosa, que tudo são flores, sempre atenciosa com o marido, o convida para olhar uma comédia romântica e tomar um vinho no maior clima de romance, tipo início de namoro!

A segunda (uma semana depois) já é a mulher poderosa que acha que pode tudo, já não consegue mais ser tão romântica, mas que uma jantinha, um vinho, e um filme (já não tão romântico mais) caem bem para pegar a presa, que é o marido. Ah esta mulher é capaz de salvar o Mundo!

A terceira (mais uma semana depois) é terrível, reclama de tudo principalmente do copo sujo sobre a mesa, sim por que o bendito copo foi parar ali e não na pia. Nossa nesta mulher qualquer objeto da casa fora do lugar já dá briga. Ela é super mandona, rsrsrs (infelizmente tenho que admitir isto) que em um só olhar fuzilante já diz tudo.

Já a quarta (outra semana depois, e ai o bicho tá pegando e a TPM então...) é daquelas que "ninguém me ama, ninguém me quer", carente que só ela, sério uma chata de galocha, que come como se não houvesse amanhã e depois chora por que está gorda (#confesso volta de uma aula de dança e mergulha em um saco de bolacha), o período que nem ela quer estar com ela, dá para entender né?

Mas ele não precisa ficar triste que em seguida surge a romântica outra vez...

E assim fecha o ciclo de 4 semanas com quatro mulheres diferentes em uma só! Vai dizer que o marido não é sortudo! 



Ps.: Não tenho nenhum transtorno de múltipla personalidade tá! O médico já atestou que não, são só hormônios! Kkkkk.

Bom final de semana...

quinta-feira, janeiro 30

Sobre birras...

Olá, fazia tempo que não falava sobre comportamento infantil (talvez por que a Maria estava se comportando, rsrsrs) mas nesta ultima semana a Maria está com a macaca. Vim para um #momentodesabafodemãe. Ela está com quatro anos e três meses (já!) e acho que chegou na fase dos "terrible two" só que com dois anos de atraso! rsrsrsrs.

Estou rindo para não chorar, ela briga por tudo, se é para tomar banho então, não tem dancinha nem brinquedinho que a faz ir ao dito banheiro, e quando vai ela grita tanto que parece que estamos matando a guria (detalhe eu estou em outro cômodo da casa). O que me conforta é que é uma fase e que vai passar ou não. Mas pelo sim e pelo não, eu e o Marido decidimos ser mais firmes com ela, juro que estou me segurando horrores para não amolecer, se não, não adianta ser assim.

A primeira medida que tomamos é dar um castigo, mas aqueles de sentar e pensar (da tia Nany) com ela não cola mais, já está malandra quanto a isto, agora tiramos o que ela mais gosta que é a TV com DVD e o IPad (ah para deixar claro, ela não passa o dia com estes aparelhos, mas gosta muito de olhar DVD de musica). Nossa ontem ela implorava para ligar os cabos da TV e do DVD e tirar o IPad de cima do armário, mas como prometido só vamos devolver quando ela se comportar mesmo.

Hoje de manhã quando acordou em uma conversa me contou como "doía" ficar sem o que ela gostava, e que ela iria mudar para ganhar as coisas de volta e ver o pai e a mãe felizes. Falei para ela que também doía em nós ter que castigar, mas que fazia parte de educar, e que ela deveria aprender que não é no grito que se ganha as coisas. Até então havia dado efeito, quero ver hoje e amanhã como vai ser.

E as mamães e titias de plantão já passaram por isto? Preciso de help, será que estamos fazendo certo, afinal somos pais de primeira viagem e já pesquisei muito sobre o assunto e tem várias opiniões diferentes "no mercado"!

Imagem Google - ela faz bem assim!

Logo, logo volto com uma receitinha mara, me inspirei na querida Gélia!

Bom final de semana!

quarta-feira, junho 19

Conscientizar é preciso: Marcha das vadias

Como eu havia prometido semana passada falar sobre a Marcha que eu e a Maria fomos aqui na minha cidade, eis o post hoje com uma semana e meia de atraso! Hahahah, mas como sempre conscientizar é preciso hoje vim falar dela.

Sábado retrasado aconteceu em várias cidades do mundo a Marcha das Vadias, na minha cidade teve a sua primeira edição, mas em muitas já está na terceira. A Marcha tem no seu objetivo principal a conscientização da valorização da mulher na sociedade. Uma luta contra a sociedade machista que vivemos, consequentemente contra a violência doméstica e abusos sexuais independente da idade.

Muitas pessoas ficam chocadas com o nome da marcha, mas é para chocar mesmo, já que este é um termo pejorativo e muito utilizado quando se referem a estilos de vida da mulher. A mobilização ganhou este nome pois em 2011 em Toronto ocorreu uma série de estupros contra estudantes da universidade de Toronto. Quando foram denunciar os casos um policial local disse que isto só acontecia pois as mulheres atualmente se vestiam como vadias, e desta forma "convidavam" a estas ações bárbaras. Reproduzindo o discurso conservador machista. Então milhares de pessoas indignadas tomaram as ruas da cidade e deram o nome de "Marcha das vadias" fazendo alusão ao adjetivo pejorativo que o policial havia dado às estudantes que haviam sofrido o estupro.

Então paramos para pensar, desde quando uma roupa é sinônimo de que alguém possa fazer algo deste tipo? É ridículo o argumento deste policial, que transferiu toda a culpa dos estupros para as vítimas, inocentando assim o estuprador.

Esta atitude do policial mostra como vivemos em uma sociedade machista, de pensamento machista, onde uma mulher deve se privar de usar a roupa que quer, sair com amigas, beber, trabalhar, estudar, ser bem sucedida, ser sexualmente ativa, justamente para não ser julgada como vadia, pois se empregando esta palavra no seu feminino representa uma mulher sem valor social.

A nossa luta é contra este pensamento, é pela liberdade da mulher, é pela sua valorização enquanto pessoa, é por poder mandar no seu próprio destino e no seu próprio corpo. Não precisar ser humilhada enquanto vítima de uma sociedade que ainda tenta viver em uma convenção tradicional e retrógrada de "bons costumes" e valores sociais.

O tema deste ano foi "estes sapatos tem marcas", que retratava vítimas de violência domésticas e de crimes passionais. Foi exposto sapatos das vítimas e suas histórias.

Cada sapato levava a história das mulheres violentadas.


Sempre fui ativa como militante de lutas sociais, tenho certeza que junto mudaremos muitas realidades. Minha pitoca foi comigo, foi muito corajosa em marchar junto naquele sábado. Algumas pessoas me criticaram por isto, mas um número maior me aplaudiu, e entendeu que é desde pequeno que conscientizamos as pessoas, o respeito e a vontade de mudar a realidade vem de berço, e é isto que quero mostrar para minha filha que podemos sim mudar uma realidade, que queremos um mundo melhor para ela, com respeito e sem discriminação.

Antes de sair de casa expliquei para ela o que era, e o que representava (claro em uma linguagem infantil).  No final perguntei para ela se sabia por que estava ali, ela disse que era "para quando crescer ser feliz e fazer o que queria, e ninguém nunca machucar as mulheres". Fiquei feliz e satisfeita com a sua resposta, pois vi que com três anos ela entendia da sua maneira o que sempre tentamos ensinar a ela.

Segue mais uma fotinhos da Marcha:

Minha amiga Mary de anos, e uma das idealizadoras desta luta

Eu e a Maria na Marcha, ela estava adorando os cartazes!!! Mas não queria fotos não! Kkkkk
Já que muitos seguidores pediram por recado ou por e-mail (muitas pessoas me mandaram e-mail curiosos sobre a Marcha), espero que tenham gostado e entendido a nossa luta, que é muito importante para uma reflexão da história da mulher na sociedade.

Uma ótima quarta feira para todos! Assim que der volto!!! Morro de saudades de vocês!

Ah, aproveitando que estamos falando de política, vou ali sair na rua também e já volto! Bjos

segunda-feira, janeiro 14

Sai mãe que eu vou dormir sozinha...

Semana passada foi uma semana surpreendente para mim. Eu tinha um post prontinho para postar esta semana sobre como iriamos nos preparar para a Maria começar a pegar no sono sozinha, já que precisa de um de nós para niná-la. Sem contar que sempre quem a fazia dormir, dormia junto e assim atrapalhava um pouco os afazeres e os momentos de "folga" em casa. Então esta é outra meta para 2013.

Como disse eis que somos surpreendidos. Quinta feira depois de todo o ritual para colocá-la na cama (escovação de dente, pijama, xixi e mamá) fui me preparar para deitar na cama e ela me disse: "mãe sai do meu quarto, sou moça e vou dormir sozinha". Juro que achei que era pegadinha do Malandro, ou uma câmera escondida do Silvio Santos, kkkk, mas não, o papo era sério mesmo. Então dei beijinho de boa noite e sai. O marido ficou super desconfiado, queria entrar no quarto a cada dois minutos. Mas consegui segurá-lo. Passados 15min entramos no quarto e lá estava ela em um sono profundo agarrada na sua bonequinha.

Na sexta ela acabou dormindo no carro, voltando de um aniversário. No sábado achei que ela não iria querer dormir sozinha, mas estava errada, até no soninho da tarde ela me mandou embora. Claro que antes de pegar no sono ela chamou umas 10 vezes para ter segurança de que nada irá lhe acontecer e de que estaremos sempre por perto.

Mas pessoal estou tão feliz, como sempre a Maria me surpreende, primeiro a adaptação na escolinha, depois o desfralde (ela mesmo que tirou sua fraldinha com dois aninhos), dormir sozinha no seu quartinho de moça e agora pegar no sono sozinha também! É muita fofura em uma menina.

    
Imagem google.




Agora o próximo desafio é o bico, espero que ela tenha a mesma maturidade (dentro do seu tempo) para deixar ele, mas confesso que tenho medo pois ela é super apegada, mesmo chupando só para dormir. Mas como diz a psicóloga da escolinha, "foi tu que deu, então tu vai ter que tirar", tenho que concordar com ela, mas isto é papo para mais tarde...


Então tudo de bom em começar a semana com uma ótima notícia destas né? Uma boa semana para todos!

quarta-feira, dezembro 12

Desabafo de uma mãe sobre birras...

Hoje eu vim para fazer um pouco de desabafo, sei que não é legal ficar "chorando as pitangas", mas como nenhuma vida é perfeita...

A maternidade é algo maravilhoso, juro que não imaginava que era tão bom assim, mas certamente passa por altos e baixos e faz a gente ter sentimentos que talvez antes não tinha (desde os bons até os ruins). Acho que nunca contei aqui, mas acreditava qu eu não havia nascido para ser mãe até o distino me presentear com a Maria, uma criança super especial e maravilhosa, até então só havia tido milhões de alegrias com ela. Mas como falei com a maternidade a gente acaba descobrindo sentimentos até então desconhecidos...

Antes de desabafar quero deixar claro que amo minha filha, não se tenho dúvidas disto, que ela é tudo na minha vida, e sim traz inumeras felicidades cotidianas, mas junto com estas felicidades veio a minha primeira sensação de fracasso na vida.

A Maria está em uma fase de crescimento (maturidade se dá para dizer assim), passou dos dois anos, o periodo crítico de birras dos bebês sem problemas nenhum. Mas a partir dos três anos, mais precisamente a um mês atrás, começou a dar ataques de birras constantes, chega a ser piada quando conto o mitivo, é sobre escolhas de roupas. Sim se não vai com a roupa que ela tem em mente, mais precisamente vestidos, a briga é certa.

Para quem não tem filhos pode parecer idiotice isto que estou escrevendo, ou dizer ainda (como eu fazia antes de tê-la) que os pais reclamam de tudo e isto é frecurinha de mãe de primeira viagem. Mas não. Só quem está no dia a dia é que vê o quanto difícil é lidar com estes momentos de estresse.

O maior problema dela é ir de bermuda para a escola, ela não admite, mesmo a gente explicando que é melhor para ela brincar principalmente na pracinha e areia que ela tanto adora. Mas não adianta. Já conversamos com a psicóloga da escolinha, pois lá a profes também estavam tendo problemas com a Maria por causa dos vestidos e de uma blusa das Monsters High que minha mãe havia dado, e ficou decidido em conjunto que ela só usaria assim que melhorasse o comportamento, coisa que não está acontecendo e as brigas continuam constantes.

No resto ela é uma menina muito querida, carinhosa, meiga, ativa, mas neste momento de troca de roupa parece que surge uma Maria que eu não conheço. E assim eu acabo entrando em conflito comigo mesmo em que educação que estou dando para minha filha? Será que estamos agindo certo? O que há de errado? Isto me traz o sentimento novo de fracasso que citei acima, e me deixa super triste. Quase chamei a Super Nany, rsrsrsrs

Mas para vocês não acharem que estou no fundo do poço, rsrsrs, que não é o caso, são apenas momentos de estresse (acabei de passar por um destes agora de manhã), já estamos mudando algumas atitudes em casa e impondo novas regras, algumas mudanças de comportamento já são visíveis, mas tem dias que o bicho, ou melhor, a birra pega!

Bom, este post já está enorme, e desculpa novamente o desabafo, mas faz parte da vida né? A maternidade é assim, educar um filho é assim, exige reflexões diárias e mudanças de atitude, tudo para um crescimento melhor dos pitocos amados.

quarta-feira, agosto 29

Conscientizar é preciso... Pronação dolorosa

Já queria ter postado a mais tempo sobre o assunto, mas havia esquecido e ontem a Maria sofreu uma nova pronação dolorosa ou do cotovelo, em um termo mais direto, tirou o osso rádio do lugar, pela terceira vez. Segundo uma pesquisa no google achei uma explicação que é a seguinte:

É um pequeno deslocamento da cabeça do rádio em relação ao ligamento anular. O rádio é um dos ossos do antebraço e cabeça do rádio é a porção deste osso que participa da articulação do cotovelo. O ligamento anular envolve a cabeça do rádio como um anel. Esta lesão ocorre em crianças menores de cinco anos, devido à consistência mais elástica dos ligamentos e ao desenvolvimento ósseo incompleto.
A história é quase sempre a mesma. A criança é puxada pela mão ou pelo antebraço; por exemplo, quando a mãe segura a criança para que esta não saia correndo pela rua, ou quando a criança é balançada pelos braços.
 
Site referência: Dr. Fábricio Cardoso
 
Imagem daqui
 
Sim, foi pela terceira vez e não é por falta de zelo das pessoas que a cuidam (digo dos pais e das professoras). Segundo os médicos que já a atenderam, pode acontecer com qualquer criança. Com a Maria foram duas situações: de pegar pelo braço quando estava caindo, no reflexo mesmo de segurá-la para proteger e uma na praia onde fomos "pular" uma poça de água, e acabamos levantando-a pelos bracinhos para pular (qual pai nunca fez isto?), e foi deslocando nesta brincadeira boba. Mas como eu me culpava muito pelo acontecido na praia, o médico bem legal que nos atendeu falou que isto não era culpa de ninguém, apenas uma fatalidade. Super querido ele né? E que era para cuidar e nunca levantar uma criança pela mãozinha para brincar, pois isto era mais comum do que a gente pensa, e são por coisas bobas que isto acaba acontecendo.

Segundo os médicos é bem dolorido a luxação, por causa do nervo que está próximo, mas a manobra para colocá-lo no lugar é bem fácil, lembrando que deve ser feito por um especialista, nem precisa de anestesia. A Maria chorou um pouquinho na hora, mas um minuto depois já estava jogando balão na sala de recuperação do hospital, super querida a minha pitoca né? A orientação é imobilizar o bracinho para não mexer muito e procurar o médico/hospital logo que acontece, pois pode inchar muito e o nervo inflamar, coisa que aconteceu na primeira vez, onde o médico do plantão fez o atendimento errado pois não viu direito o que era e como não entendimamos do assunto procurei um traumatologista no outro dia e ele me explicou isto, apesar de logo colocá-lo no lugar o tratamento foi mais dolorido.

Sabe que me dá um frio na barriga quando vejo os pais brincando assim com as crianças, pois logo lembro do susto que tivemos com a Maria. Não custa conscientizar já que pode diminuir o transtorno e a dor nos pitocos.

Bejos e um bom restinho de semana para todos!

sexta-feira, agosto 19

Procura-se...

Gente recebi um e-mail da minha colega de trabalho a Aline de uma campanha muito legal aqui da minha cidade, mas vale como um incentivo para outros lugares também, pois meio ambiente é preocupação para todos!!!



Os postos de coleta são:
Sindilojas, Rua Ernesto Alves, 714 - de 04 de agosto a 30 de setembro de 2011. 
CREPEL, Av. Paul Harris, 291, de 04 de agosto a 30 de setembro de 2011 
24ª Feira do Livro de Santa Cruz do Sul, durante o período de 29/08 á 04/09

Então vamos lá colaborar!!!

Beijos e até o próximo post!

quarta-feira, maio 25

Dormir só com a mãe!!!

Pois é, estamos com um pequeno probleminha á noite lá em casa. Já faz algumas semanas que quando chega na metade da noite a Maria acorda no bercinho aos gritos, aparentemente dormindo, pedindo a mamãe, e não adianta o pai querer acalmar ela que não pode ser, tem que ser eu. Ela dorme cedo, em torno das 20h, e não tem nenhum problema em pegar no sono. Mas na madrugada... Então quando acontece a colocamos na nossa cama e ela quer dormir só comigo, e abraçadinha, dai papai vai para o colchão no chão.
Não sabemos mais o que fazer, é cansativo, pois ela fica gritando e só quando sente bem que é eu que  acalma.

Foto tirada do Google

E ficamos o resto da noite como na foto. No início até ficava "me achando" para o marido (confesso isso), achava ótimo ver como ela se sentia segura comigo, mas agora acho que não é normal.
Alguma dica?

Bjos até o próximo!!!